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	<title>Israel de Almeida Barros &#8211; Endomarketing.tv</title>
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	<description>Blog da Progic</description>
	<lastBuildDate>Mon, 23 Feb 2026 20:11:17 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Israel de Almeida Barros &#8211; Endomarketing.tv</title>
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		<title>Cuidar de quem cuida: reflexões sobre saúde mental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Israel de Almeida Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Feb 2026 16:56:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Autores Convidados]]></category>
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					<description><![CDATA[No fim de janeiro, conduzi uma vivência de Janeiro Branco em um dos maiores complexos de saúde de Goiás. O tema era “Cuidar de quem cuida”. O público era formado por parte das psicólogas e psiquiatras que atuam diretamente no complexo. Para mim, o tema chegou como uma provocação muito bonita, porque toca em uma contradição silenciosa na vida Leia mais &gt;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-1 fusion-flex-container nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling" style="background-color: #ffffff;background-position: center center;background-repeat: no-repeat;border-width: 0px 0px 0px 0px;border-color:#eae9e9;border-style:solid;" ><div class="fusion-builder-row fusion-row fusion-flex-align-items-flex-start" style="max-width:1248px;margin-left: calc(-4% / 2 );margin-right: calc(-4% / 2 );"><div class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-0 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column"><div class="fusion-column-wrapper fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column" style="background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;padding: 0px 0px 0px 0px;"><div class="fusion-text fusion-text-1" style="transform:translate3d(0,0,0);"><p><span data-contrast="auto">No fim de janeiro, conduzi uma vivência de Janeiro Branco em um dos maiores complexos de saúde de Goiás. O tema era “Cuidar de quem cuida”. O público era formado por parte das psicólogas e psiquiatras que atuam diretamente no complexo. Para mim, o tema chegou como uma provocação muito bonita, porque toca em uma contradição silenciosa na vida desses profissionais: a profissão existe para sustentar o cuidado do outro, mas nem sempre existe tempo, espaço ou autorização interna para olhar para si.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A vivência foi muito especial. Um momento de pausa para essas pessoas que passam grande parte do tempo sustentando emocionalmente outras. </span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Ainda assim, algo ficou ressoando depois. Se esses profissionais que trabalham diariamente com saúde mental têm dificuldade de pausar, se regular e pedir suporte, será que isso não acontece também com outras áreas que carregam uma carga emocional alta e uma responsabilidade constante de cuidar do outro dentro das organizações?</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Foi a partir dessa pergunta que fiz o paralelo com o RH, que é uma área cuidadora dentro das organizações. É o RH que acolhe histórias difíceis, media conflitos, sustenta decisões impopulares, comunica mudanças sensíveis, organiza rituais de cultura e, muitas vezes, atua como linha de frente quando a empresa está emocionalmente tensionada.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Por isso, a pergunta que atravessa este artigo é direta e necessária: quem está cuidando de quem cuida na sua organização? Quem está cuidando do seu RH?</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Saúde mental no RH não deveria ser tratada como um tema periférico de bem-estar. Ela precisa ser compreendida como infraestrutura de cultura, de segurança psicológica e de qualidade da comunicação interna. Especialmente em um momento em que tantas empresas estão falando sobre riscos psicossociais e se preparando para a implantação e regulação da NR-1. </span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Antes de aprofundar no RH, vale olhar o cenário mais amplo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que depressão e ansiedade geram, globalmente, a perda estimada de 12 bilhões de dias de trabalho por ano, com um custo de aproximadamente 1 trilhão de dólares em produtividade. </span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">No Brasil, os dados também chamam atenção. Em 2024, cerca de 440 mil pessoas se afastaram do trabalho por condições como depressão, ansiedade e estresse severo, segundo informações associadas ao Ministério da Previdência. Ou seja, não estamos falando apenas de cansaço ou desconforto pontual. Estamos falando de impacto humano, operacional e econômico.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Dentro das empresas, o RH é uma das áreas mais expostas a essa carga emocional. Na minha atuação como consultora, observo com frequência que o RH acaba ocupando, simultaneamente, três papéis bastante exigentes: guardião de processos e conformidades, facilitador de cultura e amortecedor emocional da empresa, especialmente em momentos de crise.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Essa combinação cria uma exposição contínua a temas sensíveis como adoecimento, conflitos interpessoais, assédio, desligamentos e insegurança financeira, por exemplo. </span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Além disso, o RH opera em um papel de mediação que exige neutralidade, ao mesmo tempo em que convive com uma ambiguidade de expectativas. Em muitos contextos, espera-se que o RH cuide, acolha e sustente, mas também que seja firme, técnico e, quando necessário, duro.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O cenário de adoecimento aparece também em pesquisas com recortes específicos da área. Dados divulgados pela SHRM indicam que 75% dos profissionais de RH consideram o trabalho emocionalmente exaustivo e 47% afirmam que atuar na área prejudicou sua saúde mental e bem-estar.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A leitura que faço é simples. O RH não está fora do problema de saúde mental no Brasil e no mundo. Ele está dentro e, em muitas empresas, com menos espaço de recuperação do que outras áreas.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Quando o RH está cronicamente sobrecarregado e desregulado, a organização tende a perder algo que, para mim, é um ativo invisível, mas fundamental: a capacidade de conduzir conversas difíceis com clareza, presença e humanidade. Pessoas exaustas têm mais dificuldade de se conectar, escutar e comunicar com precisão, principalmente em contextos emocionalmente exigentes.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Esse ponto é especialmente sensível no RH porque, em muitos momentos, a área se torna a voz da empresa quando o ambiente já está emocionalmente carregado. Mudanças organizacionais, crises, conflitos e decisões difíceis costumam passar pelo RH, que precisa comunicar com clareza, muitas vezes sem ter espaço para elaborar o próprio impacto dessas situações.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Existe ainda um risco comum em áreas cuidadoras, que é transformar o cuidado em identidade. Quando isso acontece, pedir ajuda pode ser percebido como fragilidade. Os profissionais enxergam que precisam “segurar a barra”, já que eles se veem como o ponto de apoio emocional da organização.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O problema é que estar bem para apoiar os outros se torna uma meta inalcançável quando não existe um sistema real de suporte e recuperação. Nesse cenário, o cuidado deixa de ser sustentável e passa a se transformar em sobrecarga silenciosa.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Falar de saúde mental do RH com seriedade exige, portanto, encarar alguns limites. Quando a empresa cria ações pontuais de bem-estar, mas mantém a carga, a urgência e a ambiguidade que atravessam o RH, o recado implícito acaba sendo de que o cuidado não faz parte da cultura, mas de uma agenda simbólica que precisa ser cumprida. Para que o cuidado seja real, ele precisa estar integrado ao sistema organizacional, com constância e coerência.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">É nesse ponto que a cultura deve se fortalecer. Empresas que constroem espaços estruturados de acolhimento para o RH, que investem em estratégias de desenvolvimento humano voltadas também para quem cuida, e que reconhecem a alta exigência emocional dessa atuação, criam condições mais saudáveis para a comunicação, para a tomada de decisão e para as relações internas.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A conclusão é que esse cuidado não deveria existir apenas em campanhas pontuais como o Janeiro Branco. A atuação do RH é contínua e a carga emocional também. Por isso, espaços recorrentes de escuta, rituais de pausa e estratégias de desenvolvimento humano direcionadas ao próprio RH devem se tornar sustentação na cultura da empresa.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Cuidar de quem cuida é criar condições reais para que o trabalho continue sendo humano, mesmo quando o contexto é exigente.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><b><span data-contrast="auto">Sobre a autora: </span></b><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Fernanda Paim é fundadora da Presença Plena, consultoria especializada em comunicação corporativa, presença e saúde relacional no trabalho. Atua no apoio a lideranças e áreas de RH no fortalecimento da cultura organizacional, da comunicação interna e da segurança psicológica, especialmente em contextos de alta exigência emocional.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O artigo reúne sua experiência prática, reflexões profissionais e referências com dados que ajudam a contextualizar o tema.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><strong>Se fizer sentido, vamos seguir essa conversa no LinkedIn:<br />
</strong><a href="https://www.linkedin.com/in/fernandagpaim/"><span data-contrast="auto">https://www.linkedin.com/in/fernandagpaim/</span></a><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><strong>Referências: </strong></p>
<p><span data-contrast="auto">• Organização Mundial da Saúde (OMS). Mental health at work (set/2024)</span><span data-ccp-props="{}"><br />
</span><span data-contrast="auto">• Agência Brasil (EBC). Dados sobre afastamentos por saúde mental no Brasil em 2024, com base em informações do Ministério da Previdência (mar/2025). </span><span data-ccp-props="{"><br />
</span><span data-contrast="auto">• SHRM. Employee Mental Health: May 2024 EN (dados sobre exaustão emocional em RH).</span><span data-ccp-props="{"> </span></p>
<p><img decoding="async" fetchpriority="high" class="alignnone wp-image-30786" src="https://endomarketing.tv/wp-content/uploads/2026/02/Assinatura-Articulista.png" alt="" width="405" height="152" srcset="https://endomarketing.tv/wp-content/uploads/2026/02/Assinatura-Articulista-200x75.png 200w, https://endomarketing.tv/wp-content/uploads/2026/02/Assinatura-Articulista-400x150.png 400w, https://endomarketing.tv/wp-content/uploads/2026/02/Assinatura-Articulista-600x225.png 600w, https://endomarketing.tv/wp-content/uploads/2026/02/Assinatura-Articulista-768x289.png 768w, https://endomarketing.tv/wp-content/uploads/2026/02/Assinatura-Articulista.png 801w" sizes="(max-width: 405px) 100vw, 405px" /></p>
<p><strong>*Os artigos publicados no Blog Endomarketing.TV buscam fomentar o debate e o conhecimento no setor. As opiniões expressas neste texto são de responsabilidade exclusiva do autor e não refletem, necessariamente, a posição institucional da Progic.</strong></p>
<p><span data-teams="true"> </span></p>
</div></div></div><style type="text/css">.fusion-body .fusion-builder-column-0{width:100% !important;margin-top : 0px;margin-bottom : 20px;}.fusion-builder-column-0 > .fusion-column-wrapper {padding-top : 0px !important;padding-right : 0px !important;margin-right : 1.92%;padding-bottom : 0px !important;padding-left : 0px !important;margin-left : 1.92%;}@media only screen and (max-width:1024px) {.fusion-body .fusion-builder-column-0{width:100% !important;order : 0;}.fusion-builder-column-0 > .fusion-column-wrapper {margin-right : 1.92%;margin-left : 1.92%;}}@media only screen and (max-width:640px) {.fusion-body .fusion-builder-column-0{width:100% !important;order : 0;}.fusion-builder-column-0 > .fusion-column-wrapper {margin-right : 1.92%;margin-left : 1.92%;}}</style></div><style type="text/css">.fusion-body .fusion-flex-container.fusion-builder-row-1{ padding-top : ;margin-top : 0px;padding-right : ;padding-bottom : ;margin-bottom : 0px;padding-left : ;}</style></div>
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		<title>O goleiro, a neblina e a Comunicação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Israel de Almeida Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 19:18:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Autores Convidados]]></category>
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					<description><![CDATA[Ninguém quer ser o goleiro na neblina.  Essa imagem representa um fato real, ocorrido em 1937. No jogo entre Chelsea e Charlton, durante o tradicional Boxing Day, a partida foi interrompida aos 15 minutos do segundo tempo por causa de um nevoeiro intenso. O detalhe curioso (e simbólico) é que o goleiro do Charlton, Sam Bartram, permaneceu em campo por mais 15 Leia mais &gt;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-30686" src="https://endomarketing.tv/wp-content/uploads/2026/02/img-goleiro.jpg" alt="" width="1200" height="486" srcset="https://endomarketing.tv/wp-content/uploads/2026/02/img-goleiro-200x81.jpg 200w, https://endomarketing.tv/wp-content/uploads/2026/02/img-goleiro-400x162.jpg 400w, https://endomarketing.tv/wp-content/uploads/2026/02/img-goleiro-600x243.jpg 600w, https://endomarketing.tv/wp-content/uploads/2026/02/img-goleiro-669x272.jpg 669w, https://endomarketing.tv/wp-content/uploads/2026/02/img-goleiro-768x311.jpg 768w, https://endomarketing.tv/wp-content/uploads/2026/02/img-goleiro-800x324.jpg 800w, https://endomarketing.tv/wp-content/uploads/2026/02/img-goleiro.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></p>
<h3><span class="TextRun Highlight MacChromeBold SCXW95262996 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="none"><span class="NormalTextRun SCXW95262996 BCX0">Ninguém quer ser o goleiro na neblina.</span></span><span class="EOP SCXW95262996 BCX0" data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></h3>
<p>Essa imagem representa um fato real, ocorrido em 1937.</p>
<p><span data-contrast="none">No jogo entre Chelsea e Charlton, durante o tradicional </span><i><span data-contrast="none">Boxing Day</span></i><span data-contrast="none">, a partida foi interrompida aos 15 minutos do segundo tempo por causa de um nevoeiro intenso.<br />
</span><br />
<span data-contrast="none">O detalhe curioso (e simbólico) é que o goleiro do Charlton, Sam Bartram, permaneceu em campo por mais 15 minutos, sem saber que o jogo havia sido paralisado.</span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>
<p><span data-contrast="none">“Com o decorrer do jogo, eu via cada vez menos meus companheiros. Até que, em certo momento do segundo tempo, um policial veio me buscar”, contou Bartram.</span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>
<p><span data-contrast="none">— </span><i><span data-contrast="none">Mas o que você ainda está fazendo aqui? O jogo foi interrompido há 15 minutos.</span></i><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>
<p><span data-contrast="none">Quando chegou ao vestiário, seus colegas já estavam prontos para ir embora.</span><br />
<span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"><br />
</span><span data-contrast="none">Todos riram.</span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>
<p><span data-contrast="none">Ele também.</span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>
<h4><span data-contrast="none">Mas fez questão de registrar:<br />
</span><b><span data-contrast="none">“Foi um real momento de solidão.”</span></b><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></h4>
<p><span data-contrast="none">Agora, imagine o sentimento desse goleiro.</span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>
<p><span data-contrast="none">Essa história vai muito além do futebol. Ela nos provoca a refletir sobre nossas relações com as equipes das quais fazemos parte, no trabalho, em grupos sociais, entre amigos, na família.</span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>
<p><span data-contrast="none">E quando olhamos para as empresas onde atuamos, especialmente em tempos de </span><i><span data-contrast="none">home office </span></i><span data-contrast="none">e trabalho híbrido, algumas perguntas surgem quase automaticamente:</span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>
<ul>
<li aria-setsize="-1" data-leveltext="" data-font="Symbol" data-listid="6" data-list-defn-props="{&quot;335552541&quot;:1,&quot;335559685&quot;:720,&quot;335559991&quot;:360,&quot;469769226&quot;:&quot;Symbol&quot;,&quot;469769242&quot;:[8226],&quot;469777803&quot;:&quot;left&quot;,&quot;469777804&quot;:&quot;&quot;,&quot;469777815&quot;:&quot;multilevel&quot;}" data-aria-posinset="1" data-aria-level="1"><span data-contrast="none">Você já se sentiu como esse goleiro? Sozinho, sem informação, sem contexto, sem comunicação?</span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></li>
</ul>
<ul>
<li aria-setsize="-1" data-leveltext="" data-font="Symbol" data-listid="6" data-list-defn-props="{&quot;335552541&quot;:1,&quot;335559685&quot;:720,&quot;335559991&quot;:360,&quot;469769226&quot;:&quot;Symbol&quot;,&quot;469769242&quot;:[8226],&quot;469777803&quot;:&quot;left&quot;,&quot;469777804&quot;:&quot;&quot;,&quot;469777815&quot;:&quot;multilevel&quot;}" data-aria-posinset="2" data-aria-level="1"><span data-contrast="none">Quantas vezes um projeto foi interrompido ou mudou de rumo… e alguém ficou sabendo só depois?</span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></li>
</ul>
<ul>
<li aria-setsize="-1" data-leveltext="" data-font="Symbol" data-listid="6" data-list-defn-props="{&quot;335552541&quot;:1,&quot;335559685&quot;:720,&quot;335559991&quot;:360,&quot;469769226&quot;:&quot;Symbol&quot;,&quot;469769242&quot;:[8226],&quot;469777803&quot;:&quot;left&quot;,&quot;469777804&quot;:&quot;&quot;,&quot;469777815&quot;:&quot;multilevel&quot;}" data-aria-posinset="3" data-aria-level="1"><span data-contrast="none">Quantos líderes agem como o técnico que esqueceu de avisar o time?</span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></li>
</ul>
<ul>
<li aria-setsize="-1" data-leveltext="" data-font="Symbol" data-listid="6" data-list-defn-props="{&quot;335552541&quot;:1,&quot;335559685&quot;:720,&quot;335559991&quot;:360,&quot;469769226&quot;:&quot;Symbol&quot;,&quot;469769242&quot;:[8226],&quot;469777803&quot;:&quot;left&quot;,&quot;469777804&quot;:&quot;&quot;,&quot;469777815&quot;:&quot;multilevel&quot;}" data-aria-posinset="4" data-aria-level="1"><span data-contrast="none">Você já dedicou tempo e energia a uma apresentação e, na hora de mostrar ao cliente, ouviu: </span><i><span data-contrast="none">“Mudamos tudo”</span></i><span data-contrast="none">?</span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></li>
</ul>
<ul>
<li aria-setsize="-1" data-leveltext="" data-font="Symbol" data-listid="6" data-list-defn-props="{&quot;335552541&quot;:1,&quot;335559685&quot;:720,&quot;335559991&quot;:360,&quot;469769226&quot;:&quot;Symbol&quot;,&quot;469769242&quot;:[8226],&quot;469777803&quot;:&quot;left&quot;,&quot;469777804&quot;:&quot;&quot;,&quot;469777815&quot;:&quot;multilevel&quot;}" data-aria-posinset="5" data-aria-level="1"><span data-contrast="none">Quantas vezes sua equipe precisou refazer um trabalho inteiro porque alguém esqueceu de comunicar uma mudança estratégica?</span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></li>
</ul>
<h4><strong>É importante lembrar: a comunicação,<br />
antes de ser instrumental, é humana. </strong></h4>
<p><span data-contrast="none">As pessoas precisam de retorno, de resposta, de contato.</span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>
<p><span data-contrast="none">Mas, infelizmente, nas empresas, ainda predomina uma comunicação formal, burocrática e distante. Há enorme preocupação com os meios: canais, plataformas, ferramentas, e pouca atenção à compreensão real da mensagem.</span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>
<p><span data-contrast="none">Assim, fica difícil engajar, motivar e mobilizar pessoas para superar desafios e alcançar metas.</span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>
<p><span data-contrast="none">Minha experiência mostra que, quando investigamos o nível real de entendimento dos colaboradores sobre as informações internas, o desconhecimento costuma ser muito maior do que imaginamos.</span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>
<p><span data-contrast="none">Já vi profissionais que não sabiam explicar os objetivos, os nomes ou a importância dos principais projetos da própria área.</span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>
<p><span data-contrast="none">A combinação de canais enfraquecidos, excesso de informação mal contextualizada e a ausência do hábito de buscar conhecimento revela muito mais sobre a </span><b><span data-contrast="none">cultura da empresa</span></b><span data-contrast="none"> do que sobre as pessoas.</span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>
<p><span data-contrast="none">Nenhuma tecnologia, por mais avançada que seja, substitui relações humanas empobrecidas por culturas que não estimulam diálogo, escuta e troca.</span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>
<p><span data-contrast="none">Tão importante quanto exercer uma função no time, é </span><b><span data-contrast="none">sentir-se parte dele</span></b><span data-contrast="none">.</span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>
<p><span data-contrast="none">As pessoas querem, e precisam, ser informadas, orientadas e acolhidas por seus colegas e, principalmente, por seus líderes.</span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>
<p><span data-contrast="none">Porque, no fim das contas…</span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>
<h4><b><span data-contrast="none">Ninguém quer ser o goleiro na neblina.</span></b><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></h4>
<p><span data-contrast="none">A alma das pessoas só aparece quando a neblina se dissipa.</span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>
<p><span data-contrast="none">Quanto mais informação, mais luz.</span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-30698" src="https://endomarketing.tv/wp-content/uploads/2026/02/Destaque-Articulista.jpg" alt="" width="386" height="146" srcset="https://endomarketing.tv/wp-content/uploads/2026/02/Destaque-Articulista-200x75.jpg 200w, https://endomarketing.tv/wp-content/uploads/2026/02/Destaque-Articulista-400x150.jpg 400w, https://endomarketing.tv/wp-content/uploads/2026/02/Destaque-Articulista-600x225.jpg 600w, https://endomarketing.tv/wp-content/uploads/2026/02/Destaque-Articulista-768x288.jpg 768w, https://endomarketing.tv/wp-content/uploads/2026/02/Destaque-Articulista.jpg 800w" sizes="(max-width: 386px) 100vw, 386px" /></p>
<p><strong>*Os artigos publicados no Blog Endomarketing.TV buscam fomentar o debate e o conhecimento no setor. As opiniões expressas neste texto são de responsabilidade exclusiva do autor e não refletem, necessariamente, a posição institucional da Progic.</strong></p>
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