Por Vitória Mazza

No Progicast #122, colocamos em debate um tema que vem ganhando espaço nas empresas que buscam mais engajamento e participação dos colaboradores: como usar a gamificação para tornar a comunicação interna mais viva, interativa e acionável — sem transformar tudo em uma simples corrida por pontos.

A gamificação aparece cada vez mais em canais como intranet, aplicativos, campanhas internas, trilhas de conteúdo e redes corporativas. Mas o episódio parte de uma pergunta essencial: gamificar é só criar rankings e distribuir pontos ou existe uma estratégia por trás disso? É justamente essa diferença entre gamificação estratégica e gamificação superficial que guia a conversa.

Para essa conversa, recebemos Marcelo Leal, especialista em gamificação corporativa com mais de 25 anos de experiência em design de soluções, e Galvão Silva, executivo de Gente e Gestão com trajetória em cultura organizacional e educação corporativa. A partir das visões complementares de design e gestão de pessoas, o episódio constrói uma abordagem prática sobre como transformar mecânicas de jogo em ferramentas reais de comunicação e mudança de comportamento.

Ao longo do episódio, exploramos o que significa gamificação na prática dentro das empresas. Falamos sobre desafios, missões, narrativas, reconhecimento e progressão como formas de aumentar atenção e participação, mas também discutimos os riscos de transformar a comunicação em algo artificial ou competitivo demais. A conversa mostra que a gamificação funciona melhor quando está conectada a objetivos claros — como melhorar a compreensão das mensagens, estimular colaboração entre áreas ou incentivar novos comportamentos — e não apenas gerar atividade.

Também discutimos como adaptar mecânicas gamificadas a diferentes canais, como estabelecer regras claras e garantir uma experiência justa e inclusiva. Temas como governança, privacidade e critérios de participação aparecem como pontos importantes para que a gamificação seja sustentável e respeitosa dentro das organizações. A conversa mostra que o sucesso da gamificação não deve ser medido apenas por volume de participação, mas por sinais mais profundos — como entendimento das mensagens, recorrência de participação, qualidade das interações e mudanças reais de comportamento.

O episódio reforça que gamificação não é entretenimento corporativo, mas uma forma de tornar a comunicação mais significativa e participativa quando bem aplicada. Quando existe propósito, narrativa e regras claras, ela deixa de ser um recurso pontual e passa a ser uma estratégia consistente de engajamento.

No fim, fica uma provocação importante:
estamos usando a gamificação para gerar engajamento real ou apenas criando dinâmicas que parecem interessantes, mas não mudam nada?

Descubra essa e outras reflexões no Progicast #122.

Um episódio para profissionais de Comunicação Interna, RH e lideranças que querem transformar a participação dos colaboradores em algo estruturado, relevante e sustentável — e não apenas pontual.

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Escrito por Vitória Mazza

Publicitária comunicativa apaixonada por comunicação. Sou encantada pelo poder da escrita e pelas formas de se comunicar, é transformador! Acredito que uma boa comunicação é a chave para o sucesso em todas as áreas da vida. 🙂